quarta-feira, 25 de julho de 2012

Obrigada, Zíbia!

Hoje, 25 de julho, é dia do Escritor.
Quero registrar meu agradecimento à Zíbia Gasparetto e ao espírito Lúcius.
Através deles, a obra "Ninguém é de ninguém" chegou às minhas mãos e me impediu de cometer uma grande besteira, lá pelos idos do ano 2000.
Não me sinto à vontade de relatar aqui detalhes sobre o fato.
Mas creiam: era uma besteira grande. Um enorme vacilo. E o referido livro despertou em mim um outro olhar sobre a situação que eu vivia.

Li com a sede de quem buscava respostas.
E as respostas vieram.

Há quem censure e coloque para fora um preconceito sem tamanho sobre os livros da Zíbia.
Sabe o que eu penso?
Tudo é válido!
Qualquer livro tem o poder de nos acrescentar algo.
O que não acrescenta é o preconceito e o olhar míope de um coração fechado para a vida.


Obrigada, Zíbia.
Obrigada, Lúcius.
Foi através de vocês também que despertei meu interesse pela literatura espírita.
Depois do primeiro veio o segundo, o terceiro, quarto.... não tenho a conta mais.

Que venham outros tantos!
Obrigada também a todos os escritores, daqui e de lá, que continuam me levando para um outro mundo. Um mundo que me ensina a lidar com este mundo daqui.


3 comentários:

  1. Muito bom bruna! Vc tem razão, li e reli este livro, aliás vários livros dela, gosto muito. E com o vc disse, tudo é válido! Ariane.

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  2. Muito bem por ter começado a jornada por este livro! O preconceito as vezes interfere, cabe a nós isolá-lo e nos entregarmos ao aprendizado que a leitura nos proporciona.
    Siga em frente, mas se abra para outros escritores, se permita conhecer o trabalho de tantos outros escritores espíritas que tem muito a nos ensinar.
    Convido-a a conhecer meu cantinho também: desertoencantado.blogspot.com
    Muita luz!

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  3. Muito se fala em gosto literário, em bom ou mal gosto. Na minha opinião, qualquer livro que cumpra seu papel de educar, sensibilizar, fazer sonhar é válido.Independente de gênero literário ou indicação. Foi com a Zibia/Lucius que conheci a doutrina espírita e gostei tanto do que li, que meu primeiro livro o reli duas vezes. E ainda hoje tenho vontade de folhear suas páginas mais uma vez...

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